3. Selecionar os hotéis
- Coerência de nível: os hotéis de uma proposta têm de ser todos do mesmo nível, coerentes com o orçamento do cliente. Se se propõe um 4 estrelas simples, não se pode depois pôr um 5 estrelas de luxo noutra etapa.
- Exceção — poupar para um "splurge": quando é o agente a pedir, pode-se poupar em algumas localidades para investir noutras. Exemplo típico: hotéis mais simples em Florença e Roma, para depois subir de nível em Como ou em Amalfi.
- Exceção — o preço competitivo: se num local um 5 estrelas tiver um preço muito competitivo, pode ser incluído numa proposta de 4 estrelas. O contrário também se aplica: numa proposta toda de 5 estrelas pode-se pôr um 4 estrelas numa cidade onde os 5 estrelas custam demasiado.
- Boutique hotels: se o cliente pedir small boutique hotels, os hotéis propostos têm de ser coerentes com esse pedido.
- Hotéis que não se conhecem: para os avaliar pode-se consultar o Booking.com. Nunca escolher hotéis com uma pontuação inferior a 8,5.
- Localização: atenção à localização. Em cidades como Paris, Londres, Roma e Veneza, pôr o cliente longe do centro torna-se um problema de logística.
No momento da reserva
- Quartos: verificar se estão reservados corretamente — twin ou duplos conforme pedido — e se o grupo tem todos os quartos de que precisa.
- Stuba e GoGlobal: se um hotel for reservado através da Stuba ou da GoGlobal e a reserva ultrapassar 1.000 € (qualquer que seja a categoria), ou se se tratar de um 5 estrelas, perguntar diretamente ao hotel se podemos reservar diretamente.
Estes mesmos pontos são verificados de novo pelo Operations Manager no seu controlo de coerência.
